Império Alemão

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Império Alemão
Bandeira Escudo
Bandeira Imperial Escudo
Lema: Ich und Gott
(Eu e Deus)
Mapa
Língua oficial Português e Alemão
Capital Munique
Sistema de Governo Monarquia Constitucional
Monarca Wilhelm III Ludwig
Chanceler Konrad Otto
Fundação 17 de outubro de 2002
21 de julho de 2005 (Restauração)
Território Império Alemão e Império Austro-Húngaro em 1914, Grão-Ducado de Luxemburgo, ilhas de Borholm e Malta
Gentílico Alemão, alemã
Website www.imperioalemao.com.br

O quarto Império Alemão (Alemão: Deutsches Reich) é uma micronação lusófona histórico-modelista e germanófila, cujo estado antecessor, a Nobre Monarquia do Alto-Reino, fora fundado em 17 de outubro de 2002. Em seu formato político atual, o Império foi restaurado em 21 de julho de 2005. O atual Imperador Alemão é Guilherme III Luis de Hohenzollern-Pellegrini, atualmente o segundo monarca mais longevo da lusofonia, e o Império em si é a terceira mais antiga micronação em atividade.

O território do Império compreende o Império Alemão e o Império Austro-Húngaro em 1914, o Principado do Liechtenstein, o Grão-Ducado de Luxemburgo, e República de Malta e a ilha dinamarquesa de Bornholm.

Índice

História

Período Alto-Reino (Bavária)

Período Pré-Independência

Ao final do II Império Alemão (1871-1918), com a instauração da República de Weimar, e a queda do Kaiser Guilherme II que se exilou nos Países Baixos, a Alemanha começou a passar por um delicado processo de transição política, saindo de uma monarquia mais que quatricentenária e adotando um modelo republicano de governo que, como sabemos, não resistiu. Quando a família Hohenzollern exilou-se nos Países Baixos, o filho mais novo do Kaiser Guilherme II, o Príncipe Heintz Viktor Albert von Hohenzollern, na época com 19 anos, recusou-se a deixar o seu país e fugiu para Munique, em 1918.

Com o sentimento antimonarquista que pairava sobre a população na época, Heintz se viu obrigado a mudar sua identidade para se proteger, adotando o nome de Friedrich Thomas. Durante o tempo que se seguiu, Heintz viveu pobre, sobrevivendo de trabalhos temporários em vários dos jornais da cidade. Nesse tempo, começou a planejar e projetar um país que se localizaria na metade sul da Bavária, estendendo-se da fronteira austríaca até as margens do rio Isar, tendo como capital a cidade de Munique. À medida que o tempo passava, ele aperfeiçoava cada vez mais a teoria e a estrutura do seu país. Heintz queria ver novamente o esplendor do Império dos Hohenzollern, instaurando uma monarquia no seu Estado.

No tempo em que trabalhou, conheceu vários adeptos da monarquia, mas manteve sua identidade em segredo, angariando possíveis aliados para o levante contra Weimar. Introduziu-se nos escassos círculos aristocráticos, trocou inúmeros favores, o que lhe propiciou uma considerável melhora no seu estilo de vida. Durante o cumprimento de uma das matérias das quais havia ficado encarregado de cobrir, ficou conhecendo o pequeno Partido Alemão dos Trabalhadores, onde encontrou o jovem Adolf Hitler, ainda com aspirações artísticas, mas já dando os primeiros passos na política. Em 1922 Hitler explanou para Heintz os planos que havia idealizado para a "nova Alemanha", incluindo sua política racial, e pediu que Heintz participasse dos planos que ele havia moldado para o país. Hitler sabia dos contatos que Heintz tinha e como eles poderiam facilitar a escalada do Partido rumo ao poder. Heintz odiou a teoria racial de Hitler, mas aceitou trabalhar no Partido se Hitler, depois de adquirido o Poder, desse independência para as terras ao sul da Bavária, que ele queria para o seu país. Hitler aceitou e Heintz ingenuamente acreditou na sua palavra. Em 1923, o agora Partido Nacional-Socialista Alemão, sob o comando de Hitler, organizou a intentona conhecida como Putsch da Cervejaria, contra a República. O golpe fracassou, os nacionais-socialistas foram presos, Heintz não e a polícia nem notou a sua falta. Nos meses seguintes, Weimar entrou em crise: desemprego, inflação, superdesvalorização do Marco, uma República falida e impotente devido às sanções impostas pelo Tratado de Versalhes após a I Guerra Mundial.

Batalhas pela Liberdade

O partido nazista havia sido proibido e estava aparentemente acabado. No ano seguinte Heintz continuou trabalhando nos jornais e, com a revolta da população contra a República, resolveu começar a preparar o seu próprio golpe para reinstalar a Monarquia. Decidido a não mais manter sua identidade em segredo, em 1925 ele fez uma viajem as cidades de Landshut, Ottobrun, Freisig, Rosenheim, Garmering e Erding, na Alemanha. Nessas cidades ele procurou aliados que simpatizavam com a Monarquia e organizou um grande levante, onde todas as cidades do pretenso território se rebelariam num único dia e exigiriam a mudança de governo naquela área. A reunião que definiu os últimos acertos do levante foi em Landshut, no Castelo Trausnitz, residência do então Barão de Zielsocht, Herbert von Eintracht von und zu Wittelheim, ocorreu em 5 de setembro de 1926, onde ficou definida a data de 1º de outubro para a realização do levante. O Barão Herbert tinha contatos no exército e conseguiu um carregamento de armas para os rebeldes, subornando um oficial, suficiente para dar poder de fogo às principais cidades integrantes da intentona.

Como combinado, no dia 1º de outubro de 1926 todas as cidades do extremo sudeste da Bavária estavam se rebelando. Heintz havia voltado para Munique e comandava o golpe de lá. O fato de terem um verdadeiro príncipe comandando a rebelião levantava o moral dos homens.

Em Freising, Garmering, Erding e Ottobrun as turbas rebeldes atacavam prédios do governo, destruíam os edifícios da polícia e das demais forças, e com facilidade iam dominando as pequenas cidades. No entanto, nas grandes cidades como Munique, Landshut e Rosenheim, o cenário era diferente: as polícias estavam retardando a vitória dos revoltosos e causando grandes perdas nas colunas da revolução monarquista.

Em Landshut, o Castelo Trausnitz, reduto das forças rebeldes, havia sido cercado e grande parte do destacamento da cidade estava dentro dele: o resto havia morrido nos combates. Um agrupamento do exército republicano alvejava com pequenos canhões a construção e, com aríetes improvisados, forçava a porta ao arrombamento. Num plano dramático, centenas de revolucionários saíram pelos fundos do castelo e atacaram os republicanos desprevenidos, acabando com o pequeno batalhão de Weimar. Depois disso todos abandonaram o Castelo e se dirigiram ao centro da cidade, onde venceram toda a resistência e, na prefeitura da cidade, exigiram a rendição incondicional do prefeito: o primeiro dos maiores bastiões havia caído, ao fim do segundo dia do levante.

Em Rosenheim, mais ao sul, os principais prédios do governo republicano ardiam em chamas, enquanto os combatentes trocavam tiros no meio das ruas, numa típica cena de guerra. Muitos foram mortos e mais ainda ficaram feridos. Para os dois lados a cidade parecia perdida. O exército agia em conjunto com a polícia e invadia casas à procura de rebeldes, enquanto as milícias monarquistas se entrincheiravam pelas ruas da cidade e atocaiavam os inimigos. A cidade só foi conquistada por que o prefeito fugira para Berlim e as demais autoridades foram com ele, deixando a cidade sem comando. Os pró-monarquistas declararam a queda de Rosenheim do quarto dia da rebelião.

Mais difícil ainda foi a conquista de Munique, cidade que Heintz queria para ser a Capital do Reino. No sexto dia da revolução, os principais pontos da cidade já estavam ocupados, mas sob forte ataque republicano. Um homem a mais faria a diferença para que a cidade caísse, mas a esperança estava acabando e cada vez mais se perdia mais homens. Foi no fim do sexto dia que, com uma parte do que havia sobrado do destacamento de Landshut, o Barão de Zielsocht desembarcou nos arrabaldes da cidade, pelo rio Isar, e se juntou às forças que Heintz comandava. Todas as forças monarquistas que estavam espalhadas pela cidade se encontraram em frente à sede do primeiro jornal em que Heintz trabalhara, o "Münchener Abendblatt", e marcharam rumo ao palácio do governo republicano na Baviera. Lá, um enviado de Weimar que ficara encarregado de informar o Presidente sobre a situação ouviu os termos do comando rebelde, e deu autonomia a toda a área entre o rio Isar, e a Áustria. Diz-se que na reunião a portas fechadas que definiu os termos da Independência, o enviado da República comentou que, na realidade, a criação do novo país aliviaria as contas do governo. Nascia a Nobre Monarquia do Alto-Reino.

O Primeiro Reinado

Com uma coroa improvisada, e uma nova bandeira Heintz foi coroado Heintz I do Alto-Reino no dia 10 de outubro de 1926. No entanto, a fundação oficial do país só veio aos 17 de outubro do mesmo ano, devido a alguns focos de resistência republicana inconformada e a realização de uma pequena Convenção em Munique, na qual se decidiram as fronteiras definitivas do país. A militaria republicana ficou no país por mais um mês, mas logo foram chamados à capital de Weimar, para ser realocada. Alguns desertaram e permanecerem no Alto-Reino, passando a integrar o novo exército que surgia.

Alguns meses depois da Independência do país, o Rei, em visita as principais cidades do Levante, comentou que se soubesse que a guerra causaria tantas perdas humanas, ele nunca teria incentivado a população a se rebelar contra o antigo regime.

Os dez anos seguintes foram marcados pela conciliação e a reconstrução do país, cuja infraestrutura penava devido ao descaso sofrido pela parte da República. Heintz mandou construir um palácio feito de mármore, o Palácio de Mármore, que guardou a sede do Poder Moderador até o início do reinado de seu neto, Bruno. Durante o Primeiro Reinado, Heintz manteve um controle absoluto do estado, com a nomeação de um Chanceler para lhe assessorar nos assuntos externos. Comandou pessoalmente a reconstrução e construção da capital: erigiu os prédios do governo, prédios educacionais, as universidades. Estabeleceu uma firme cooperação com a Áustria e a Suíça, o que facilitou o fluxo de capital estrangeiro e o desenvolvimento econômico do país.

Essa fase de bonança acabou com a anexação da Áustria pela Alemanha. Logo após o Anschluss, Heintz viajou à Alemanha a convite do então Führer Adolf Hitler, que ocuparia o país caso o Rei não cooperasse com o Reich. Frente à ameaça, Heintz foi obrigado a abrir as fronteiras do Alto-Reino para o livre trânsito das tropas alemãs. No entanto, o simples trânsito de tropas acabou sendo uma definitiva ocupação, com a entrada inesperada dos alemães em Munique. Apesar de não haver nenhum combate, era evidente a intenção de Hitler de anexar o Reino ao Reich. Em 1940, o então Chanceler Klaus Schwimmer, por instrução de Heintz, foi à Berlim exigir que Hitler desocupasse a região da capital alto-reinense. A resposta foi desastrosa: a SS incendiou o palácio da Chancelaria com a desculpa de que lá seria um esconderijo de comunistas. O Chanceler retornou à Munique sem esperanças: Heintz era pequeno demais para o tamanho do Reich Alemão. Aparentemente o governo monárquico ainda sobrevivia, mas todos os cargos de alto escalão haviam sido ocupados por pessoas "recomendadas" por Berlim, inclusive italianos, cujos exércitos desfilavam no extremo sul do país.

Mas, na metade de 1943, o cenário já estava mudando. A ocupação nazista no Alto-Reino já diminuía, pois grande parte do efetivo do exército alemão havia sido enviado às frentes orientais, para lutar contra os russos. Um enviado de Moscou cobrou cooperação de Munique com a ofensiva russa, que foi prontamente atendida, com a condição que o país não fosse ocupado após a guerra. O ano de 1944 foi marcado pela destruição de vários pontos do país: os alemães que se retiravam destruíam tudo o que viam pela frente, queimavam casas e executavam inocentes, mas a ocupação nazista estava chegando ao fim. No início de 1945, os russos atravessaram o país, rumo ao centro-norte da Alemanha e em abril chegara a tão esperada notícia: o III Reich caíra. Nesse mesmo ano, nasceu o herdeiro do trono de Munique, Mark Franz-Heindrich von Thomas und von Hohenzollern, filho de Heintz e Katrina, uma plebéia. O sobrenome Thomas foi adicionado por Heintz, por motivo da falsa identidade adotada quando de sua chegada à Munique, 27 anos antes.

Com o retorno da autonomia na Áustria e a liberação da Suíça pelos aliados, as antigas alianças comercias foram, pouco a pouco, restabelecidas. Alianças internacionais financiaram grande parte da reconstrução da Europa atingida pela guerra, o que também beneficiou o Alto-Reino. Quando Heintz completou 20 anos, seu pai lhe delegou a administração da região norte-leste, e lá ele promoveu grandes mudanças político-aministrativas, como a autorização da semi-autonomia das cidades.

Cinco anos depois, foi diagnosticado um câncer maligno em Heintz, que abdicou ao trono em favor de seu filho. Chegava ao fim o Primeiro Reinado do país.

Segundo Reinado

Início de Dificuldades

Em 1970, Mark foi coroado Heinrich I do Alto-Reino. Seu reinado foi marcado por uma série de reformas políticas, mas ele governou de uma maneira quase absoluta. Implantou uma série de mudanças organizacionais no país, como a fundação de uma casa legislativa, o Arcontado Interno, que ficava encarregado de elaborar e aprovar leis para o país. Delegou poderes administrativos ao Chanceler, para gerir os diversos assuntos do reino. Manteve um bom relacionamento com a Áustria e a Suíça, mas expandiu os contatos diplomáticos do país para outras nações européias, inclusive a república da Alemanha ocidental. Em meio a isso, em 1977 faleceu, agonizante, Heintz I Hohenzollern, primeiro Rei do Alto-Reino, devido a um câncer que se espalhara pelo seu corpo. A essas alturas, Heinrich se casara com a filha do Grão-Duque de Luxemburgo, Alexandra de Küstrin, que havia herdado a coroa Principado de Liechtenstein após a morte de seu primeiro marido, Príncipe de Liechtenstein. A Rainha era dada como estéril, o que, aparentemente, nunca propiciaria a Heinrich a alegria de ter um filho.

Conflitos Civis

Na diplomacia, Heinrich deu as costas ao comunismo e o combateu energicamente dentro de seu país, fato que gradativamente aumentou o desapreço soviético para com o Alto-Reino, aliou-se às potências capitalistas e democráticas e colaborou com a política americana durante a Guerra Fria.

No início do ano de 1983, Heinrich entrou em conflito com os católicos do país, que queriam a firmação do catolicismo como religião oficial do reino. As cidades do sudoeste do país começavam a não mais obedecer às ordens do Rei que, em 1984, enviou tropas do exército para conter a população da região. Com o acirramento do conflito, ao fim desse ano explodiu uma guerra civil, que durou algo em torno de seis meses e culminou na proibição do catolicismo no país.

Prelúdio da Guerra

No cenário internacional, cresciam as tensões entre o Alto-Reino e a URSS, juntamente com a Alemanha oriental, cujos líderes já chamavam Heinrich de "medíocre", "pequeno" e "insignificante". A situação piorou ainda mais quando a família real do Grão-Ducado de Luxemburgo morreu na queda do avião no qual voavam, o que fez com que a Rainha do Alto-Reino assumisse a coroa como Grã-Duquesa de Luxemburgo e, conseqüentemente, anexasse o Grão-Ducado à Munique.

A URSS exigia que a área recebesse autonomia, e nisso entrou também a área de Liechtenstein. Mas Heinrich, desafiando os soviéticos, abertamente declarou a soberania alto-reinense sobre os dois países, rebaixando o status de Liechtenstein para Grão-Ducado e se proclamando Grão-Duque de Liechtenstein, sendo Katrina Grã-Duquesa de Luxemburgo.

Nesse ínterim, de uma gravidez inesperada, nasceu Taty von Küstrin und von Thomas-Hohenzollern, recebendo os títulos de Grã-Duquesa de Luxemburgo, por sua mãe, e Viscondessa de Albach, título originalmente de sua bisavó, Ana Maria Staufen, mãe de Heintz. A Rainha Katrina morreu no parto.

O fato de a princesa ter recebido o título de Grã-Duquesa, irritou os soviéticos que, alguns meses depois, lançaram um ataque, em conjunto com a Alemanha oriental, contra o Alto-Reino, pela área que hoje é a Tchecoslováquia, pelo nordeste do país. A Áustria prontamente enviou tropas, sob o comando do Marechal Paulus Stärliger, para defender o Alto-Reino, mas o avanço soviético foi muito rápido e, em questão de dias, os russos já estavam na metade do país. Num ato inesperado, a Suíça enviou uma divisão de infantaria e outra de vanguarda para combater a ameaça vermelha e, com essa ajuda, a URSS e a Alemanha oriental foram rechaçadas.

A última batalha foi comandada por Heinrich e por Paulus, na fronteira norte do país, às margens do rio Danúbio. Nessa batalha, Heinrich foi ferido na perna e conheceu uma francesa chamada Isabelle Martins, que prestava serviços voluntários no hospital militar. Os dois se apaixonaram, se casaram, e em 9 de agosto de 1986, nasceu Bruno von Martins und von Thomas-Hohenzollern, herdeiro legítimo do trono alto-reinense.

O Regente Austríaco

Quando o exército austríaco retornou para o seu país de origem, Paulus formalmente se desligou das Forças Armadas da Áustria e permaneceu no Alto-Reino, recebendo cidadania honorária. Retornando da guerra à Munique, Heinrich foi aclamado pelo povo, que deliberadamente o chamava de "Arquiduque de Munique". Ele e Paulus se tornaram grandes amigos e, em 1987, Paulus foi nomeado regente da Nobre Monarquia do Alto-Reino.

Heinrich fundou a Casa Real de Echteit, que numa grafia errônea, significava "pureza", e seguiu o seu reinado como Heinrich I de Echteit.

Porém aconteceu um revés, em 1988, um levante comunista culminou com o assassinato do Rei. A revolta tomou conta do país, o povo queria guerra. Paulus assumiu a regência do Reino e perseguiu impiedosamente os comunistas. O assassino foi preso, interrogado, julgado e condenado à morte. Apesar de o interrogatório não ter revelado os mandantes do crime, já se sabia que o atentado havia sido encomendado por Moscou. Temendo pela segurança dos príncipes, Paulus enviou Taty e Bruno para serem criados no Brasil. A Rainha Isabelle fugiu para o Canadá, e nada mais se soube dela naquela época.

Terceiro Reinado

As Primeiras Reformas (10.2002)

Desde o início de seu reinado, sob uma nova bandeira, o rei Bruno tentou aproximar o Governo do País à sociedade, fazendo com que todos os cidadãos tivessem voz ativa junto a cada um dos Poderes da Monarquia, e possibilitando que os cargos mais altos da Administração pudessem ser ocupados pelos comuns, que tinham (e tem) uma maior consciência das necessidades das gentes. Apesar de todas as dificuldades iniciais, a primeira medida deste Rei foi nomear um Chanceler que tivesse máximos poderes políticos, agindo como Chefe de Governo, comandando o Poder Executivo. Contudo, o Poder Executivo permaneceria subordinado ao Moderador. O primeiro Chanceler deste Reinado foi S.A. Setarcos Wilhelm, que fez o trabalho inicial de organização das pastas administrativas. S.A.M. Bruno modificou o nome da Casa Real de Echteit para Thomas-Hohenzollern, e seu nome de soberania passou a ser "Bruno III de Thomas-Hohenzollern".

Sua Altíssima Majestade também reativou a Casa do Poder Legislativo, o Arcontado Interno, com uma Primeira legislatura composta por seis Arcontes. Porém, apesar de os trabalhos iniciais terem sido efetuados com sucesso, a inatividade acentuada daquele Poder fez com que o mesmo fosse desativado em dezembro de 2002 e só voltasse a funcionar em julho 2003.

A Grande Crise e o Advento do Absolutismo (09.2003)

O processo de democratização do país estava dando largos passos: o Executivo tinha um mandatário escolhido pelos legisladores, e os legisladores possuíam um gerente escolhido dentre eles mesmos. Mas uma crise, em setembro de 2003, com os Poderes completamente inativos fez com que o Rei extinguisse o Executivo e o Legislativo, incorporando seus poderes, e a monarquia se tornou absoluta. Atualmente, entretanto, alguns dos nobres mais proeminentes do país já conversam a respeito da redemocratização do Reino, com a instalação do Legislativo novamente.

No plano internacional, S.A.M. procurou promover uma integração do Alto-Reino com os demais países, fazendo com que a nação se filiasse à várias organizações internacionais, como a Liga de Micronações e a Organização das Micromonarquias Lusófonas. O Rei assinou diversos tratados diplomáticos que afirmaram ainda mais a intenção que o país assumiu de se integrar com as demais micronações lusófonas.

A Primeira Regência e o Período Leandrino (01.2004)

De janeiro à abril de 2004 o Reino passou por duas Regências: a primeira, de S.A. Fernando de Rainer, durou 12 dias; a segunda, de S.A.R Leandro I da Baviera, durou de 30 de janeiro até 19 de abril. Na segunda Regência deste Reinado, o Príncipe da Baviera promoveu a retomada da atividade nacional com uma ampla campanha de divulgação, tanto no âmbito diplomático quanto no social.

A Constituição (04.2004)

Em abril de 2004 o Rei promulgou a 'Carta do Estado', um documento originalmente com 57 artigos, depois ampliado para 69 e 71 e, atualmente, 90 artigos, que serve como Constituição Nacional, reconduzindo o Chanceler à Chefia do Poder Executivo e dando uma série de outras medidas, como a criação da Secretaria Real de Estado. Contudo, o Poder Moderador continuou com os poderes judiciais e legislativos. O então Regente Leandro Martins, foi retirado de sua função e nomeado Chanceler do Reino (Chefe de Governo).

Uma das últimas grandes mudanças de que se tem notícia é da instauração da Suprema Corte de Justiça e, conseqüentemente, do Poder Judiciário independente. Através de um projeto de lei encaminhado pelo cidadão Eduardo Dias, o Rei baixou decreto real alterando a Carta do Estado e instalando a Suprema Corte como órgão administrador da Justiça no país. Posteriormente, Sua Altíssima Majestade retirou uma série de encargos de sobre a SCJ, transformou-a em Supremo Tribunal do Reich, e criou os Tribunais Regionais da Baviera, de Luxemburgo e de Liechtenstein. Estes tribunais regionais ficaram encarregados de assumir as causas cíveis e penais que não recaem mais sobre o Supremo. Por sua vez, o STR assume praticamente apenas as questões constitucionais. Nos casos em que o Tribunal Regional estivesse inativo, o STR assumiria o processo.

O fim do Período Leandrino (04.2005)

Entre fevereiro e março, o Chanceler Leandro Martins nomeou seu vice, Douglas Klabunde, que chegava ao Reich vindo de Reunião. Por problemas macronacionais do titular, o Vice-Chanceler assumiu interinamente a Chancelaria e, finalmente, em abril de 2005, assumiu definitivamente a Chefia de Governo, encerrando, assim, o mais longo mandato já visto pelo Poder Executivo. Por sua vez, o novo Chanceler tratou de elaborar os sites regionais ducais, entre outros projetos que vem sendo planejados até o momento.

A Restauração do Império Alemão

Em 19 julho de 2005, movido por uma onda de entusiasmo que começou com a anexação do Grão-Ducado de Rönne - fato que propiciou a aquisição, dois meses antes, de territórios da Alemanha macronacional - o Monarca deu independência e autonomia ao Grão-Ducado de Liechtenstein (que se transformou em Principado) e ao Grão-Ducado de Pomerânia-Brandemburgo (transformado em Reino da Prússia), instalou novos monarcas em cada um desses países, e, em 21 do mesmo mês, restaurou o Império Alemão.

Ainda no dia 19, por ser o território principal do Alto-Reino, Sua Majestade modificou o nome do país para Reino da Baviera, e modificou seu nome de soberania para Guilherme VI Luís.

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